UM ESTUDO SOBRE A INDICAÇÃO DE PROCEDÊNCIA E A DENOMINAÇÃO DE ORIGEM E SUA INFLUÊNCIA SOBRE O DESENVOLVIMENTO LOCAL

Autores

  • Dr. Marcelo S. Zambon Universidade Paulista image/svg+xml Author
    Interesses conflitantes

    Sem conflito de interesse

  • Me. Selma Lúcia Dona Universidade Paulista image/svg+xml Author
    Interesses conflitantes

    Sem conflitos de interesse

DOI:

https://doi.org/10.2026/9q6qh136

Palavras-chave:

indicação de procedência, denominação de origem, indicação geográfica, desenvolvimento

Resumo

O objeto do estudo tem como finalidade demonstrar a importante ferramenta que a Indicação Geográfica pode representar em termos de desenvolvimento, que alcança o conceito além do econômico, tais como o social e humano, buscando a conceituação moderna do desenvolvimento como alcance das liberdades. Apresenta a Lei de Propriedade Industrial (Lei n° 9.279/96) como um recurso importante de desenvolvimento, trazendo a conceituação das espécies de Indicação Geográfica, a Indicação de Procedência e a Denominação de Origem, bem como as inúmeras possibilidades que o reconhecimento e registro junto ao INPI podem proporcionar para a região geográfica onde está localizada em termos de desenvolvimento econômico e social. A Indicação Geográfica pode ser considerada fonte de preservação e valorização do meio ambiente ecológico e seus recursos naturais, já que os atores envolvidos podem estabelecer regras para o desenvolvimento sustentável das atividades regionais. A pesquisa baseou-se na análise de bibliografia especializada, com abordagem descritiva. 

Biografia do Autor

  • Dr. Marcelo S. Zambon, Universidade Paulista

    Doutor em Administração pela Universidade Metodista de Piracicaba - UNIMEP

  • Me. Selma Lúcia Dona, Universidade Paulista

    Mestre em Direito pela Universidade Metodista de Piracicaba - UNIMEP

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Publicado

20.11.2024

Como Citar

UM ESTUDO SOBRE A INDICAÇÃO DE PROCEDÊNCIA E A DENOMINAÇÃO DE ORIGEM E SUA INFLUÊNCIA SOBRE O DESENVOLVIMENTO LOCAL. (2024). Zoom Business Review, 3(2), 1-18. https://doi.org/10.2026/9q6qh136

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